Romanita Disconzi
Exposições Individuais +

2008
A Natureza e a Sombra Sintética – Vídeos & Fractals. Paço Municipal de Porto Alegre, Porto Alegre, Brasil.

1970
Serigrafias e Objetos. Instituto Cultural Norte Americano de Porto Alegre, Porto Alegre, Brasil.

1967
Exposição Individual de Pinturas. Galeria Leopoldina, Porto Alegre, Brasil.

Exposições Coletivas +

2021
47% Mulheres Artistas no Acervo do MACRS. Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.

2019
ARTISTAS MULHERES: TERRITÓRIOS EXPANDIDOS. Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre, Brasil.

2018
Queermuseu: cartografias da diferença na arte brasileira. Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV Parque Lage), Rio de Janeiro, Brasil.
Queermuseu: cartografias da diferença na arte brasileira. Farol Santander Porto Alegre, Porto Alegre, Brasil.

2016
Humanas Interlocuções. Fundação Vera Chaves Barcellos, Porto Alegre, Brasil.
Transmigrações II. Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.
The EY Exhibition: The World Goes Pop. Tate Modern, Londres, Inglaterra.

2014
Doações de Luiz Carlos Lisboa. Pinacoteca Ruben Berta, Porto Alegre, Brasil.

2013
A Medida do Gesto - um panorama do acervo MACRS (Bagé). Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.

2012
O Triunfo do Contemporâneo: 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Farol Santander Porto Alegre, Porto Alegre, Brasil.

2011
Um Ponto de Ironia. Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão, Brasil.

2007
Arte como questão: anos 70. Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil.

2006
MAC no A6 Consolidação. Cais do Porto, Porto Alegre, Brasil.

2004
Mostra de Lançamento do MAC no Cais do Porto. Cais do Porto, Porto Alegre, Brasil.

2003
Pintores no Solar. Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.

2001
Figura na Pintura: Acervo Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.

1999
Presenças no Presente. Paris, França.

1991
Arte Gaúcha Contemporânea. Casa de Cultura Mario Quintana, Porto Alegre, Brasil.

1989
Arte Sul 89. Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, Porto Alegre, Brasil.

1987
A Trama do Gosto: um outro olhar sobre o cotidiano. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil.

1984
Arte na Rua 2. Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), São Paulo, Brasil.

1983
Do Passado ao Presente: as artes plásticas no Rio Grande do Sul. Cambona Centro de Artes, Porto Alegre, Brasil.
Arte Livro Gaúcho: 1950/1983. Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, Porto Alegre, Brasil.

1982
Arte Gaúcha Hoje. Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, Porto Alegre, Brasil.
Arte Gaúcha Hoje. Galeria Oswaldo Goeldi, Brasília, Brasil.

1981
5º Salão de Artes de Pelotas. Pelotas, Brasil.
3ª Mostra do Desenho Brasileiro. Teatro Guaíra, Curitiba, Brasil.

1978
9º Panorama de Arte Atual Brasileira. Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), São Paulo, Brasil.

1975
Arte Gaúcha/74. Brasília, Brasil.

1974
6º Panorama de Arte Atual Brasileira. Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), São Paulo, Brasil.

1973
30º Salão Paranaense. Curitiba, Brasil.
12ª Bienal Internacional de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil.

1972
29º Salão Paranaense. Teatro Guaíra, Curitiba, Brasil.
Mostra de Arte Sesquicentenário da Independência e Brasil Plástica - 72. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil.

1971
11ª Bienal Internacional de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil.

1970
6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas. Museu de Arte Contemporânea José Pancetti (MACC), Campinas, Brasil.
Pré-Bienal de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil.
19º Salão Nacional de Arte Moderna. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), Rio de Janeiro, Brasil.
26º Salão Paranaense. Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Curitiba, PR), Curitiba, Brasil.

1968
25º Salão Paranaense. Departamento de Cultura, Curitiba, Brasil.

1967
3º Salão de Arte Contemporânea de Campinas. Museu de Arte Contemporânea José Pancetti (MACC), Campinas, Brasil.

Coleções Públicas +
Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), São Paulo, Brasil.

Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Porto Alegre, Brasil.

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), São Paulo, Brasil.

Romanita Disconzi formou-se em pintura pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1960. Poucos anos depois, passou a dedicar-se também à gravura, com ênfase em serigrafia. Nessa mesma época, Romanita Disconzi estava estudando pintura, desenho e impressão em Porto Alegre com os artistas Ado Malagoli, Luiz Solari e Julio Plaza. Sua primeira individual foi na Galeria Leopoldina, em 1967, e, em 1970, apresentou uma série de serigrafias com símbolos gráficos na sua segunda mostra individual no Instituto Cultural Norte-Americano de Porto Alegre. Residiu nos EUA, onde recebeu o título de Master in Fine Arts, pela School of the Art Institute of Chicago e iniciou pesquisa sobre linguagem televisiva, transportando-a para a pintura. Participou da Bienal de São Paulo em 1973. Na década de 1970, integrou o grupo Nervo Óptico, do qual faziam parte Ana Alegria, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Elton Manganelli, Mara Álvares, Carlos Asp, Carlos Athanázio, Telmo Lanes, Jesus Escobar e Vera Chaves Barcellos. Em paralelo, passou a compor o corpo docente do Instituto de Artes da UFRGS em 1977.

A partir de 1979, inicia uma pesquisa artística com vídeo e performance. Realizou doutorado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, em 1991, e foi diretora do Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS) em 1995, o que possuem em seu acervo peças gráficas, totens e sólidos geométricos da artista. No mesmo ano participou da coletiva-homenagem ao cinema gaúcho, Espaço I, Usina do Gasômetro, Porto Alegre. Em 2008 realizou a mostra A Natureza e a Sombra Sintética – Vídeos & Fractals, uma individual com o resultado de suas pesquisas de vídeo-arte no Paço Municipal de Porto Alegre, com a qual foi indicada para o prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria arte-tecnologia.

Em 2015, a Tate Modern abre a exposição The World Goes Pop que conta com um trabalho de Disconzi, mostrando as diversas reverberações da pop art pelo mundo. O Totem de Interpretação, de 1969, é o primeiro de uma série de experimentos da artista que procuravam decodificar, desmembrar e reestruturar sistemas semióticos. O trabalho é composto por cubos, cilindros e vários polígonos que se assemelham aos brinquedos das crianças em uma escala ampliada, convidando os espectadores a criar uma estrutura única, estabelecendo associações arbitrárias e novos significados.

Obras

Romanita Disconzi ao lado da obra Totem de Interpretação de 1969

Totem de Interpretação, 1969

Pintura sobre madeira
40 × 40 × 40 cm cada

 

Totem de Interpretação, 1969

Totem de Interpretação, 1969

Totem de Interpretação, 1969

Totem de Interpretação, 1969

Totem de Interpretação, 1969

Totem de Interpretação, 1969

Desde A Maçã, 1971

Serigrafia sobre papel
93 × 66 cm

 

Aquela Mandinga Pra Frente, 1970

Serigrafia sobre papel
93× 66 cm

 

Girassol – Leste – Oeste, 1971

Serigrafia sobre papel
96 × 66 cm

 

Marca Registrada, 1971

Serigrafia sobre papel
93× 66 cm

 

Identidade, 1969

Serigrafia sobre papel
58× 45,5 cm

 

Pêso Porte. Pêso Certo, 1971

Serigrafia sobre papel
96× 66 cm

 

Apêlo, 1969

Serigrafia sobre papel
47 × 34 cm

 

Os Pombos da Praça, 1970

Serigrafia sobre papel
66× 91 cm

 

Vistas da 11ª Bienal de São Paulo, 1971 no Pavilhão da Bienal.

 

11ª Bienal de São Paulo, 1971 no Pavilhão da Bienal.

 

11ª Bienal de São Paulo, 1971 no Pavilhão da Bienal.

 

11ª Bienal de São Paulo, 1971 no Pavilhão da Bienal.

 

11ª Bienal de São Paulo, 1971 no Pavilhão da Bienal.

 

Os Anônimos Procuram, 1969

Serigrafia sobre papel
41 × 42 cm

 

Saída de Emergência, 1970

Serigrafia sobre papel
93× 66 cm

 

Inscrição 1970 A.D., 1970

Serigrafia sobre papel
93× 66 cm

 

Proibido, 1969

Serigrafia sobre papel
58 × 42.5 cm

 

Comunique-se, por favor, 1969

Serigrafia sobre papel
66 × 48 cm

 

Esquerda/Direita, 1969

Serigrafia sobre papel
57,5 × 43 cm

 

É Preciso Chegar Primeiro, 1971

Serigrafia sobre papel
93 × 66 cm