
Pedro Escosteguy: poesia, vanguarda e nova objetividade Pedro Escosteguy
Pedro Escosteguy — poesia, vanguarda e nova objetividade documenta e revela a trajetória de um dos nomes mais importantes para a arte de vanguarda brasileira. A produção poética de Escosteguy passa pelo encontro com a experimentação de técnicas e suportes, adentrando um novo domínio: o universo tridimensional dos seus objetos semânticos. A importância da obra plástica de Pedro Escosteguy se dá tanto por suas qualidades intrínsecas, quanto pelo papel desbravador e influenciador que trazia aos seus pares e aos movimentos da arte de vanguarda brasileira naquele momento. Fundindo estética e política, ele foi capaz de quebrar os limites tradicionais de criação entre literatura e artes visuais, proporcionando seu transbordamento para o mundo real dos objetos e sua reinvenção em um novo espaço integral ainda em formulação e invenção que convidava a participação do espectador na obra.
Com projeto gráfico do Estúdio Campo, a publicação conta com textos de Artur Freitas, Evandro Salles, Izabela Pucu, Ligia Canongia e Soraya Bragança, e ressalta a importância da descentralização dos meios de arte tradicionais, e proporciona uma revisão apurada da obra desse importante artista e poeta que desempenhou papel central no debate da arte política no país, destacando não só sua participação em diversos eventos que se tornaram célebres para a história da arte, como também seu compromisso com o coletivo, com uma arte disruptiva e a documentação de uma geração.
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Pedro Escosteguy: Poesia, Vanguarda e Nova Objetividade
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Poema/Processo: Uma Vanguarda Semiológica
Em 2017, a Galeria Superfície, em conjunto com a editora WMF Martins Fontes, lançou o livro Poema/Processo: Uma Vanguarda Semiológica.
O livro apresenta um panorama histórico da poesia visual no Brasil, documentando as principais atuações e obras produzidas pelo grupo Poema/Processo entre os anos de 1967 a 1986. Com organização de Gustavo Nóbrega, a publicação conta com textos históricos de Frederico Morais, Moacy Cirne, Álvaro de Sá, Neide Sá, Frederico Marcos, Anchieta Fernandes e, o mais recente deles, o texto do curador e pesquisador Antonio Sergio Bessa. A organização segue uma ordem cronológica e propõem que a história seja contada pelos próprios artistas e críticos da época, através de fatos e textos publicados em livros, revistas, catálogos e jornais.













Petite Galerie: Franco Terranova e as vanguardas brasileiras Exposição coletiva


















Nervo Óptico: Conceitualismo e Experimentação nos Anos 70 Grupo Nervo Óptico






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