ArPa 2022

01.06.2022 — 05.06.2022
Stand C05

A Superfície participa da 1ª edição da ArPa – feira de arte, que acontece entre os dias 1º e 5 junho no Complexo do Pacaembu, em São Paulo, na qual traz uma seleção de obras que tem como ponto de partida a mostra coletiva Ventre da Terra, apresentada no espaço da galeria em 2021. A exposição tinha a terra como elemento central, um elo de ligação entre os trabalhos. Para o projeto do stand C05 na ArPa, a Superfície traz uma conversa entre algumas artistas que integraram a mostra, como Ana Bella Geiger, Lotus Lobo, Vera Chaves Barcellos e Celeida Tostes — que participará também do 37º Panorama de Arte Brasileira de 2022 no MAM —, além de colagens de Gê Viana, representação recente da galeria. 

Confira o PREVIEW

 

SP-Arte 2022

06.04.2022 — 10.04.2022
Stand E5

A Superfície participa da 18ª edição da feira SP-Arte no Pavilhão da Bienal, na qual apresenta pinturas dos anos 1950 da artista Leyla Perrone e uma seleção de obras—entre monotipias, toquinhos e uma têmpera—da celebrada Mira Schendel.

Leyla Perrone passou a se dedicar à pintura abstrata na década de 1950, quando participa da fundação do Atelier Abstração, formado por um grupo de artistas do abstracionismo geométrico. Aluna de Samson Flexor, Leyla integrou todas as exposições coletivas do grupo no Museu de Arte Moderna em São Paulo, no Rio de Janeiro, na Bahia e em Nova York.

Desenhista, pintora e escultura, Mira Schendel mudou-se para o Brasil em 1949 e, logo em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Na década de 1960 realiza desenhos em papel de arroz, da série Monotipias, e em 1968 começa a produzir obras utilizando acrílico, como os Toquinhos. Nos anos 1980, Mira passa a explorar maiores formatos fazendo uso de têmperas e, muitas vezes, folhas de ouro.

Confira o PREVIEW de cada artista:
Leyla Perrone
Mira Schendel

 

ArtSampa 2022

16.03.2022 — 20.03.2022
Stand A16

A Superfície participa da 1ª edição da feira ArtSampa, que abre hoje (16.03) na OCA do Ibirapuera, na qual apresenta um projeto voltado ao grupo Poema/Processo, à poesia visual, revistas de vanguarda e livros de artistas. Decorrente do concretismo e em meio ao contexto político da ditadura militar no Brasil, o movimento Poema/Processo surge como um rompimento criativo com a comunicação institucionalizada no campo da literatura, poesia e artes plásticas. Dentre os artistas que fizeram parte do movimento, a galeria traz trabalhos de Álvaro de Sá, Neide Sá, Moacy Cirne e Falves Silva. Incluindo também o trabalho O Brasil é meu abismo (1982), de Daniel Santiago. A seleção das obras foi pensada especialmente para o contexto político que se vive atualmente, seguindo também a proposta da galeria que se volta a arte contemporânea por um viés conceitual.

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SP-Arte 2021 — ARCA

20.10.2021 — 24.10.2021
Stand A5

A Superfície anuncia sua participação na 17ª edição da feira SP-Arte, que neste ano acontece em modelo híbrido, integrando o presencial ao virtual, e apresenta uma criteriosa seleção de obras de artistas emergentes em diálogo com artistas históricos em torno dos anos 70. Entre eles estão quatro novos artistas representados: Renata De Bonis, Vitor Cesar, Andréa Hygino e Romanita Disconzi. Seguindo a proposta da galeria que se volta a pensar a arte contemporânea de um viés conceitual, obras de Vera Chaves Barcellos, Neide Sá, Mira Schendel, Leonilson, Lotus Lobo, Pedro Escosteguy, Arthur Chaves e Guga Szabzon compõem nosso espaço na feira, abrangendo produções dos anos 60 aos dias de hoje.

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SP-Arte 2021 — Yasmin Guimarães: Paisagens Idílicas

20.10.2021 — 24.10.2021
Viewing Room

Paralelamente à participação presencial na 17ª edição da feira SP-Arte, a Galeria Superfície apresenta um projeto solo da artista Yasmin Guimarães no Viewing Room.

As telas pintadas por Yasmin Guimarães trazem de volta a calmaria que tem faltado em tempos recentes. Em uma espécie de escapismo, a artista pinta paisagens imaginárias a partir de pontos, pinceladas curtas, vazios, empastados de cor e manchas cromáticas sutis. A tela, quase sempre crua e aparente, dialoga de forma simples e corajosa com a história da arte. O processo de Yasmin parte da gestualidade da pintura, do escalonamento dos espaços e da anulação da perspectiva. Seus trabalhos se atêm ao plano, explorando as possibilidades de expansão dos limites de se pensar e de se fazer pintura. As inscrições pictóricas da artista surgem da intensidade e amplitude de seus gestos, em telas de grande ou pequeno formato. Enquanto as menores concentram a intenção do gesto da artista sobre a superfície, as maiores fazem com que os gestos se potencializem através da escala. Há no trabalho de Yasmin um grito silencioso ao mesmo tempo apaziguador. A potência de suas pinturas reside na simplicidade e na capacidade de permitir ao espectador o devaneio.

Acesse o Viewing Room

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SP-Arte 2021 — Edição de Junho

09.06.2021 — 13.06.2021
Viewing Room

Artistas participantes: Angelo de Aquino, Arthur Chaves, Celeida Tostes, Débora Bolsoni, Guga Szabzon, Leonilson, Lotus Lobo, Mira Schendel, Sonia Andrade, Vera Chaves Barcellos e Yasmin Guimarães

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ArtRio Online 2020

14.10.2020 — 25.10.2020
Viewing Room

Artistas participantes: Alan Adi, Anna Costa e Silva, Arthur Chaves, Débora Bolsoni, Guga Szabzon, José Leonilson, Lotus Lobo e Vera Chaves Barcellos

Latitude Art Fair 2020

24.09.2020 — 27.09.2020
Viewing Room

Obras dos artistas Falves Silva, Guga Szabzon, José Leonilson, Lotus Lobo, Martinho Patrício e Mira Schendel integram a seleção apresentada pela Galeria Superfície para a Latitude Art Fair, ação voltada à internacionalização da arte contemporânea brasileira promovida pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a plataforma Artsy.

SP-Arte 2020

24.08.2020 — 30.08.2020
Viewing Room

Para o Viewing Room da SP-Arte 2020, a Galeria Superfície apresenta um projeto solo da artista Vera Chaves Barcellos, em um recorte panorâmico que inclui obras concebidas entre o período de 1974 a 1996. Com mais de 50 anos de carreira e uma fundação em Porto Alegre que leva seu nome, Vera Chaves Barcellos faz parte da geração de artistas pioneiros da arte conceitual brasileira dos anos 70, tendo participado das históricas exposições do célebre curador e historiador Walter Zanini (1925–2013) no Museu de Arte Conteporânea (MAC-USP), assim como da representação do Brasil na Bienal de Veneza de 1976 com a obra Testarte — que se encontra disponível nesta seleção. O presente recorte curatorial permite que o espectador possa verificar a diversidade de linguagens experimentais e poéticas que a artista desenvolveu ao longo de sua trajetória, utilizando-se dos novos meios de cada época: como o vídeo, a fotografia, a arte-correio e os livros de artistas.

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not cancelled Brazil

17.06.2020 — 23.06.2020
Viewing Room

Artistas participantes: Guga Szabzon e Arthur Chaves

ARCOmadrid 2020

26.02.2020 — 01.03.2020
Stand 9OP19

Artistas participantes: Mira Schendel e Sonia Andrade

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ArtRio 2019

18.09.2019 — 22.09.2019
Showcase, Stand D14

Artistas participantes: Angelo de Aquino, Débora Bolsoni, Guga Szabzon, Lotus Lobo e Sonia Andrade

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SP-Arte 2019

03.04.2019 — 07.04.2019
Showcase, Stand MA4

Artistas participantes: Pedro Escosteguy e Rubens Gerchman

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Parte 2018

07.11.2018 — 11.11.2018
Projetos Solo

Na Feira Parte 2018, a Galeria Superfície participa com a artista Débora Bolsoni na seção Projetos Solo, curada por Douglas de Freitas.

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ArtBo 2018

24.10.2018 — 28.10.2018
Showcase, Stand A62

Artistas participantes: Guga Szabzon, Mira Schendel e Rosana Paulino

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ArtRio 2018

26.09.2018 — 30.09.2018
Showcase, Stand D13

Artistas participantes: Betty Leirner, Marcelo Brodsky, Neide Sá, Pedro Escosteguy, Vera Chaves Barcellos e Wlademir Dias-Pino

SP-Arte 2018

11.04.2018 — 15.04.2018
Solo, Stand SL3

Artista participante: Martinho Patrício

Com ativa produção desde os anos 80, Martinho Patrício pode ser considerado herdeiro do movimento Tropicalista. Tendo como referência a obra dos artistas neoconcretos, participa da 27ª Bienal Internacional de São Paulo, curada pela crítica Lisette Lagnado, com a instalação interativa “Brincando com Lygia”. A mesma referência se mostra em sua série “Me Molde”, em que esculturas de tecido podem ser manipuladas e até mesmo vestidas. Para esse projeto solo, apresentamos um recorte panorâmico mostrando obras de diversos períodos da produção do artista, possibilitando uma leitura da sua trajetória e das conexões nela existentes.

ArtBo 2017

26.10.2017 — 29.10.2017
Solo, Stand B12

Artista participante: Rosana Paulino

Na seção Proyectos da feira ArtBo 2017, a Galeria Superfície apresenta o trabalho da artista Rosana Paulino (São Paulo, 1967). Paulino, que atua também como educadora e pesquisadora, tem questões raciais e de gênero como foco de sua intensa pesquisa artística e acadêmica. Sua poética se materializa através de uma imensa gama de suportes, desde a gravura até a instalação. Lançando luz sobre as sombras que ainda permanecem em um país que escravizou sua população negra por mais de três séculos, Rosana traz evidências de todos as reminiscências que fazem do Brasil uma nação que mais da metade da sua população se declara negra, mas que apenas um pouco mais de 17% deste grupo estavam entre os mais ricos do ano de 2015. Além das questões raciais, a artista evidencia outro ponto importante: a desigualdade de gênero, ou seja, a herança das relações patriarcais e sexistas que fazem do Brasil a quinta nação em número de feminicídios. E é precisamente a partir dessas abordagens entre as relações sociais e raciais hoje, ontem e amanhã, que Paulino se destaca como uma das vozes feminimas mais importantes na produção artística contemporânea, com obras que integram importantes exposições e coleções de instituições culturais no Brasil e no mundo.

ArtRio 2017

14.09.2017 — 17.09.2017
Showcase, Stand V7

Artistas participantes: Anna Costa e Silva, Guga Szabzon e Leonilson

Semana de Arte 2017

17.08.2017 — 20.08.2017
Solo, Stand 03

Artista participante: Betty Leirner

Em ocasião da Semana de Arte, a Galeria Superfície tem o prazer de apresentar um projeto solo da artista Betty Leirner, que compreende um corpo de obras produzidas entre os anos 80 e 90. A seleção é centrada em uma série de “Réservées (objets retrouvées)”, que hipoteticamente se apropriam de espaço, lugar e frações no tempo. A partir do cerne da pesquisa seminal da artista com materiais transparentes, e junto com o poema visual óctuplo em grande escala “CE QUI EST IST” de 1987, a escolha de Betty Leirner revela tanto o objetual quanto os desafios filosóficos de representar a matéria invisível da mente.

Betty Leirner (São Paulo, 1959) é formada em Cinema pela ECA/USP. A artista realizou sua primeira exposição individual, a minimalista “Squares of Light”, no MASP em 1978. Contemplada com uma bolsa de pós-graduação de três anos pela Fundação Konrad Adenauer, Alemanha, muda-se para a Europa pela segunda vez em 1991, onde desenvolve as relações entre escrita, imagem e suporte e suas pesquisas relativas à desmaterialização. Fixa residência em Hamburgo, Alemanha, até 2002 e, em seguida, instala o atelier “Landscape” na cidade de Basel, Suíça. Interliga processos sonoros, visuais e linguísticos em seus filmes, objetos reencontrados e textos esparsos, atualizando a poesia como a medula das artes.

SP-Arte 2017

05.04.2017 — 09.04.2017
Solo, Stand SL07

Artista participante: Falves Silva

Para o projeto Solo, a Galeria Superfície apresenta trabalhos variados, colagens geométricas, desenhos e livros-obra. As obras datam desde 1967, ano inicial do movimento Poema/Processo, até a série “Sinais”, de sua produção recente, de 2006–2007, na qual o artista nos mostra “sinais de uma escrita futurista, na qual o alfabeto da escrita linear cede lugar a novos signos, a uma nova proposta não verbal e exclusivamente semiótica.”

Falves Silva (Cacimba, Brasil, 1943) é um dos artistas precursores do movimento Poema/Processo, ao lado de nomes como Moacyr Cirne, Wlademir Dias Pino, Álvaro de Sá e Neide Sá, e foi um dos principais nomes a fazer poesia visual e experimental no Brasil. A produção de Falves Silva se estrutura a partir da convergência de dois dos principais eixos da arte brasileira: o movimento concreto e a arte conceitual. O artista dialoga com a literatura, o cinema e a história em quadrinhos; manipula estruturas comunicativas e imagens da história da arte e da comunicação de massa. Participou em 1967 da exposição-manifesto inaugural do movimento Poema-Processo, bem como da XVI Bienal de São Paulo, que contou com a curadoria de Walter Zanini. A partir da década de 1980, associou-se à rede internacional de Arte Postal, e manteve-se em intenso e profícuo diálogo com artistas de distintas gerações e nacionalidades, como Jota Medeiros, Ivald Granato, Paulo Bruscky, Hudinilson Jr, Horácio Zabala, entre outros. Teve trabalhos exibidos na International Mail Art Exhibition, Tóquio, Japão, em 1984, e na II Bienal de Arte Correio, Espanha, em 1999. Mais recentemente, o artista teve sua exposição individual “Círculo do Tempo”, retrospectiva de sua carreira, apresentada no Centro Cultural São Paulo.

SP-Arte 2016

07.04.2016 — 10.04.2016
Showcase, Stand SC06

Artistas participantes: Fabio Baroli, Guga Szabzon, Gustavo Speridião, Martinho Patrício, Mira Schendel, Robert Rauschenberg, Rodrigo Garcia Dutra

SP-Arte 2015

08.04.2015 — 12.04.2015
Showcase, Stand SC11

Artistas participantes: Gustavo Speridião, Mira Schendel, Marcelo Brodsky