Andréa Hygino
Exposições Individuais +

2021
On the shoulders of giants. Galeria Nara Roesler, Nova York, Estados Unidos.
Sobre os ombros de gigantes. Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil.
Mostra Poéticas Femininas na Periferia. Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil.

2020
Abre Alas 16. Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro,Brasil. 
minúsculas. Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Rio de Janeiro, Brasil.

2019
24º Salão Anapolino de Arte. Galeria Antônio Sibasolly, Anápolis, Brasil.
Corpos-cidades. Espaço Cultural Pence, Rio de Janeiro, Brasil.
Esqueleto. Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil.
Fotograma por fotograma. Cine Galeria, Rio de Janeiro, Brasil.

2018
Emergência dos corpos. Centro Cultural Justiça Federal, Niterói, Brasil.
Circuito Grude 2018 - Incorporo a revolta. Circuito livre lambes em 29 cidades do Brasil e do exterior.
Destraços. Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos, Niterói, Brasil.
Achados e perdidos. Galeria Gustavo Schnoor – Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, Brasil.
[Des] formar. Centro Cultural do Colégio Pedro II, Rio de Janeiro, Brasil.

2017
Panelas de pressão também sibilam. Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil.
Prova de Estado. Galeria Candido Portinari — Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, Brasil.
 
2016
Impressões cotidianas, Espaço Vórtice — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, Brasil.

Andréa Hygino atua como artista visual, arte-educadora e professora. É formada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Mestra em Linguagens Visuais, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Frequentou os ateliês de gravura da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage e da UERJ e foi professora substituta de desenho na Escola de Belas Artes da UFRJ. Atualmente, leciona no Instituto de Artes da UERJ e nos espaços de arte independentes do Estúdio Belas Artes e do Centro Cultural Lanchonete< >Lanchonete. Em 2020 ganhou o Prêmio SelecT de Arte Educação  (categoria Camisa Educação), com o projeto “Saída de Emergência”, feito em co-autoria com a artista Luiza Coimbra.

Andréa produz a partir de diversas linguagens, como o desenho, performance, escultura e fotografia, mas encontra na gravura uma investigação em especial: a operação de gravar uma superfície e produzir uma marca sobre um suporte se revela enquanto vontade de construção de um arquivo de memórias inscritas. Em uma entrevista para a revista Desvio, a artista comenta: “O que me interessa, para além do próprio comentário sobre gravura, é resgatar esses rastros de existências que são geralmente invisibilizadas ou apagadas; fazer lembrar e celebrar pessoas anônimas; contar e arquivar suas histórias em registros fragmentados.” As especificidades dos processos gráficos de seus trabalhos, como repetição, diferenciação e espelhamento, ensejam a discussão sobre aparelhos do adestramento escolar, ecoando folhas pautadas, exercícios de caligrafia, cadeiras para destros, carimbos didáticos, entre outros. De forma geral, a obra de Andréa reflete a situação da edução e do ensino público no Brasil, e por diversar vezes encontra na desobediência estudantil o lugar necessário de contestação e criação.

 

Obras