Marina Camargo
Exposições Superfície +

2026
Sistema-mundo

2023
Onde a Terra Dobra

Exposições Individuais +

2024
Galeria Zielinsky, Tras la Piel del Mapa, Barcelona, Espanha.

2023
Instituto Ling, A Certa Sombra, Porto Alegre.

2022
Fundación Giménez Lorente, Universidad Politècnica de València, Cartografías fluidas y otras metamorfosis del espacio, Valência, Espanha.

2021
Seattle Warehouse — Interloper, Shifting: Displaced, Seattle, Estados Unidos.
Das Schaufenster, A Matter of Deletion and Other Disappearances, Seattle, Estados Unidos.

2019
Universität zu Köln — Philosophikum, Der Ort Danach | O Lugar Depois, Colônia, Alemanha.

2018
Espaço Cultural ESPM, Antes, e Ainda Agora, Porto Alegre.

2015
Goethe-Institut, Ensaio sobre uma ordem das coisas, Porto Alegre.

2013
Centro de Artes Visuais UFPEL — A Sala, O Ar Entre as Coisas, Pelotas, RS.
Galeria Bolsa de Arte, Reflexo Distante, Porto Alegre.

2012
Galeria Zipper — Zip'Up, Planisfério, São Paulo.

2011
Galeria Bolsa de Arte, Color Photo — Próximo Daqui, Porto Alegre.

2009
Galeria Bolsa de Arte, Mundos Paralelos, Porto Alegre.

2008
Centro Cultural São Paulo, Biblioteca, São Paulo.
Museu de Arte Contemporânea, Espaçamento, Curitiba.
Galeria Virgílio, Palavra Perdida, São Paulo.

2006
Instituto Cultural Brasil-Espanha, Mundo, Porto Alegre.

2003
Instituto Cultural Brasil-Espanha, Coletas Caligráficas, Porto Alegre.

2002
Goethe-Institut Porto Alegre, Ou o Gráfico das Letras, Porto Alegre.

Exposições Coletivas +

2026
16ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, Curitiba.
A Prova do Artista: Coleção de Gravuras do Museu do Trabalho, Casa de Cultura Mario Quintana, Porto Alegre.
Falando em elefantes desiguais: Diálogos entre o Clube do Colecionador Contemporâneo e o MAC RS, Casa de Cultura Mario Quintana, Porto Alegre.
Wir kommen wieder, Tauentzienstraße 9-12, Berlim, Alemanha.

2025
Galeria Nara Roesler, Cosmos — Outras Cartografias, São Paulo.

2023
Farol Santander, Darwin — Origens e Evolução, Porto Alegre.
Power Station of Art, 14ª Bienal de Shanghai, Xangai, China.
SESC Sorocaba, 37º Panorama de Arte Brasileira: Sob as Cinzas, Brasa, São Paulo.
Humboldt-Bibliothek, ELF STELLEN SICH VOR, Berlim, Alemanha.

2022
Museu de Arte Moderna de São Paulo [MAMSP], 37º Panorama de Arte Brasileira, São Paulo.
EXiS — Experimental Film & Video Festival, Seul, Coreia.
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães [MAMAM], Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas, Recife.
Drugo More, Mapping The Cartographic: Contemporary Approaches to Planetarization, Rijeka, Croácia.
Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], Coleção Sartori — A Arte Contemporânea Habita Antônio Prado, Porto Alegre.

2021
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães [MAMAM], Antinomia, Exposição virtual, Recife.
Casa de Cultura Mário Quintana, CLAC — Circuito Latino-Americano de Arte Contemporânea, Porto Alegre.
Berlin Britzenale, Berlim, Alemanha.
Galeria Punto, Extremos Absolutos, Valência, Espanha.
Guangdong Museum of Art, Intermingling Flux: Guangzhou Image Triennial, Guangzhou, China.

2020
Akademie Galerie, AKADEMIEGALERIEHOMEOFFICE, Munique, Alemanha.
Zeiss-Grossplanetarium, Retina, Berlim, Alemanha.

2019
Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], Gostem ou Não, Porto Alegre.
Fundação Vera Chaves Barcellos, Eu Estou Aqui Agora, Viamão, RS.
Deutsches Museum, Science Fiction Festival, Munique, Alemanha.
Instituto Tomie Ohtake, Aprendendo com Miguel Bakun: Subtropical, São Paulo.
Paço Municipal, Techne, Porto Alegre.
Galerie Verein Berliner Künstler, Techne, Berlim, Alemanha.
Mario Kreuzberg Gallery, Fire Faísca Funke, Berlim, Alemanha.

2018
Haus der Kulturen der Welt, Minor Cosmopolitan, Berlim, Alemanha.
Antigua Fábrica Damm, LOOP Barcelona / Discover Award, Barcelona, Espanha.
Pinacoteca Ruben Berta, Aterro, Porto Alegre.
Santander Cultural, RSXXI Rio Grande do Sul Experimental, Porto Alegre.
Galeria Mamute, Torus — Sete Lados de uma Paisagem, Porto Alegre.
Centro Cultural Kirchner, La Imagen Arde / Festival Byte Footage, Buenos Aires, Argentina.
Museu da Universidade Federal da Bahia [UFBA], Ao Lado Dela, do Lado de Lá, Pará, Brasil.
Mitte Media Festival, Ao Lado Dela, do Lado de Lá, Berlim, Alemanha.

2017
Galeria Bolsa de Arte, Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista, São Paulo.
Fundação Vera Chaves Barcellos, AÃ, Viamão, RS.
St. Egidien Kirche, Die Blaue Nacht, Nuremberg, Alemanha.

2016
Torre Malakoff, FUNARTE, A Cidade, as Ruínas e Depois a Cidade, Recife.
HbK, Komplizen, Saarbrücken, Alemanha.
Galeria Península, Documentos de Transição, Porto Alegre.

2015
Galería Area 72, On Paper, Valência, Espanha.
Centro Cultural São Paulo [CCSP], Tendência do Livro de Artista no Brasil — 30 Anos Depois, São Paulo.
Instituto Tomie Ohtake, Arte e Ciência — Nós Entre os Extremos, São Paulo.
Fundação Iberê Camargo, Filmes e Vídeos de Artistas — Coleção Itaú Cultural, Porto Alegre.
Sputenik the Window, Finisterre, Porto, Portugal.
Quinta del Sordo, Proyector 15 — 8th International Videoart Festival, Madri, Espanha.
Centro Neomudéjar, IVAHM — Festival Internacional de Video Arte de Madri / New Media Festival, Madri, Espanha.

2014
Itaú Cultural, Cidade Gráfica, São Paulo.
SESC Pompeia, O Desenho como Instrumento, São Paulo.
Auswärtiges Amt — Lichthof, DAS SPIEL HÖRT ES AUF, WENN ES ZU ENDE IST, Berlim, Alemanha.
Kunstverein, Nassauischer, Wiesbaden, Alemanha.
Galeria Bolsa de Arte, A Invenção do Horizonte, São Paulo.

2013
Fundação ECARTA, Campo Magnético, Porto Alegre.
Museu Nacional, O Jogo Só Acaba Quando Termina, Brasília.
Palacete das Artes, O Jogo Só Acaba Quando Termina, Salvador, Brasil.
Anexo Zabala, Banco da República, O Jogo Só Acaba Quando Termina, Montevidéu, Uruguai.
Paço das Artes, Walking, São Paulo.

2012
Galeria Jaqueline Martins, Mar de Tubarão, São Paulo.
SESI, FILE Hipersônica, São Paulo.
Honor Fraser Gallery, Acirema, Los Angeles, Estados Unidos.

2011
Instituto Tomie Ohtake, Os 10 Primeiros Anos, São Paulo.
AABER Artspace, Sehnsucht, Munique, Alemanha.
Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], 8ª Bienal de Artes do Mercosul — Além Fronteiras, Porto Alegre.
ADBK, Moving Images, Munique, Alemanha.
Paço das Artes, Percursos Simulados, São Paulo.
FUNARTE, Lugares/Representações, São Paulo.
Skalitzer 140, Simulated Pathways, Berlim, Alemanha.

2010
The West Wing, The South Project, Melbourne, Austrália.
Museu Murillo La Greca, Dois Pontos, Recife.
Fundação ECARTA, Convivência Espacial, Porto Alegre.
Museu Murillo La Greca, Convivência Espacial, Recife.

2009
Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], 7ª Bienal de Artes do Mercosul — Projetáveis, Porto Alegre.
Oi Futuro, FILE RIO, Rio de Janeiro.

2008
Museu de Arte Moderna da Bahia, 15º Salão da Bahia, Salvador.
SESI, FILE, São Paulo.

2007
Centro Cultural ESPM, Palavra Figurada, Porto Alegre.
Galeria do DMAE, Percursos, Porto Alegre.

2006
FUNARTE, Atos Visuais, Brasília.

2005
Centre Civic Can Felipa, Usos Rituals — Més Enllá del Lengatge, Barcelona, Espanha.

Coleções Públicas +
Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro.

Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], Porto Alegre.

Centro Cultural São Paulo [CCSP], São Paulo.

Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul [MAC RS], Porto Alegre.

Museu de Arte Aloísio Magalhães, Recife.

Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre.

Nascida em Maceió, Marina Camargo concluiu bacharelado e mestrado em Artes Visuais no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul [UFRGS]. Sua pesquisa sempre esteve marcada por uma noção expandida de desenho, na qual imagem e pensamento se constituem mutuamente. Foi com a mudança para Barcelona, onde estudou Cultura Visual na Universitat de Barcelona, que temáticas relacionadas à cartografia e ao deslocamento passaram a ser recorrentes em seu trabalho. Para a artista, a representação cartográfica de espaços é um modo de pensar sobre as ordens do mundo: as diversas narrativas históricas, econômicas, políticas e sociais formam mapas de naturezas distintas. Apesar de serem baseados em dados da realidade, eles carregam sentidos que extrapolam a precisão científica. Marina Camargo verte a representação do mapa fazendo uso de diversas mídias e suportes—ora em instalações tridimensionais em borracha ou em metal, ora na forma de desenhos, fotografias, ampliações ou pinturas—, ultrapassando qualquer dimensão objetiva da cartografia. Interessa-lhe mais a falha dessas representações, aquilo que permanece incompleto nos relatos do mundo; são vestígios da representação do espaço, ruínas dos tempos históricos que marcam os espaços e lugares habitados. Mapas que são marcados por narrativas e textos contados sem palavras, mas articulados por um vocabulário próprio. Todo mapa é feito de invenção, todo mapa guarda uma dimensão narrativa que o aproxima de uma ficção.

Na série de Mapas-moles, o uso de materiais flexíveis como borracha e látex atribui uma distorção física das formas dos mapas. Essa dimensão fluida se mistura a uma dimensão erótica destes trabalhos, na qual a corporeidade atribuída aos mapas é algo que não pertence à natureza da cartografia, remetendo a uma dimensão escultórica das formas. Nesse sentido, a referência à série Obra mole de Lygia Clark é central, pois ultrapassa a ideia de escultura através de formas que não tem dentro e fora, formas que se expandem a partir de superfícies recortadas, dobradas, às vezes suspensas. Os trabalhos de Marina Camargo evidenciam enfim dois modos distintos de percepção dos lugares: através da representação do espaço ou da presença nos lugares [percepção da matéria]. O que se anuncia entre esses dois modos é um sentido de deslocamento marcante tanto na sua vida quanto em seu trabalho.

Em 2010, Marina Camargo recebeu uma bolsa do Deutscher Akademischer Austauschdienst [DAAD] para estudar com Peter Kogler, na Akademie der Bildenden Künste, em Munique. Atualmente, ela vive e trabalha entre Porto Alegre e Berlim. Suas obras integram algumas coleções nacionais importantes, como o Museu de Arte do Rio [MAR], o Museu de Arte do Rio Grande do Sul [MARGS], o Centro Cultural São Paulo [CCSP], entre outros.

Obras

Mapa-Mole [Sul Infinito]

2022
Borracha
220 × 400 cm

Nos Mapas-Moles, os elementos cartográficos são transformados em objetos de borracha maleável, deformando suas formas originais, desconstruindo a grade que orienta a representação geográfica dos continentes. Em Mapa-Mole [Sul Infinito], a projeção do mapa do mundo mostra o sul e o norte em proporções iguais. Nesta projeção cartográfica, originalmente desenhada por John F. W. Herschel em 1859, o polo norte é representado por um ponto, enquanto o polo sul aparece nas linhas divergentes, projetando-se no espaço infinito.

 

Vista da exposição Cartografías fluidas y otras metamorfosis del espacio, individual de Marina Camargo na Fundación Giménez Lorente, em Valença, Espanha, 2022.

Mapa–Mole [Espectro]

2022
Borracha
190 × 145 cm

Vista do 37º Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2022.

Mapa-Mole [Fluxo]

2021
Borracha e barras de latão
250 × 140 ×200 cm [cada]

Foto: Tiffany Danielle Elliott

Mapa-Mole [Fluxo]

2021
Borracha e barras de latão
250 × 140 ×200 cm [cada]

Foto: Tiffany Danielle Elliott

Geografias desdobradas

2021

1| Geografias desdobradas  [África]
Nanquim sobre folha laminada de madeira mogno africano
29,7 × 21 cm

2| Geografias desdobradas [América do Norte]
Nanquim sobre folha laminada de madeira cerejeira americana
29,7 × 21 cm

3| Geografias desdobradas [América do Sul]
Nanquim sobre folha laminada de madeira Teca
29,7 × 21 cm

Mapa–Mole [Atlântico Sul]

2020
Recorte em borracha
150 × 240 cm

Mapa–Mole [América do Sul]

2020
Recorte em borracha
110 × 230 cm

América-Látex [pós-extrativismo]

2020
Látex
300 × 145 cm
[
dimensões da peça instalada]

Topografia de cratera

2019
Recorte em alumínio
com pintura eletrostática
114 x 114 cm

Topografia de cratera

2019
Pintura eletrostática sobre recorte em alumínio
114 x 114 cm

A representação do relevo de uma cratera se divide em 20 desenhos. Cada desenho mostra uma visão frontal de parte da topografia, remetendo a imagens de paisagem, como silhuetas de montanhas. Há duas dimensões distintas do trabalho: ao ser observado de perto, os desenhos remetem a imagens de silhuetas de montanhas; quando visto de longe, o desenho da cratera fica mais evidente.

Topografia de cratera

2019
Recorte em alumínio
com pintura eletrostática
114 x 114 cm

Mapa–Mole I

2019
Recorte em borracha
160 × 140 × 20 cm

Mapa–Mole I

2019
Recorte em borracha
160 × 140 × 20 cm

Continentes dobrados [América do Sul]

2019
Latão
42 × 42 × 10 cm

Continentes dobrados [África]

2019
Metal
55 × 43 × 10 cm

Continentes dobrados [África]

2019
Metal
55 × 43 × 10 cm

Alto-mar [Atlântico]

2018
Impressão digitalsobre Alu-Dibond
90 × 450 cm [dimensão variável]

 

Alto-mar [Atlântico]

2018
Impressão digital sobre Alu-Dibond
90 × 450 cm [dimensão variável]

Os oceanos transcendem as fronteiras internacionais. A Convenção dos Mares define um específico sentido de liberdade: os oceanos não pertencem a nenhum país. Logo, as águas internacionais não estão sob soberania de nenhum Estado, o que define a liberdade de pesca, pesquisas, instalação de cabos, navegação nas águas, etc. Essa zona de liberdade e sem fronteiras remete a um sentido utópico, onde tudo seria potencialmente possível. Ao mesmo tempo, os oceanos são áreas de cruzamento.

Notas sobre a história universal

2018
Pintura sobre páginas de livro
13 × 23 cm [cada]

Brasil. Extrativismo

2017
Video
10’14”

Brasil. Extrativismo é um registro contínuo da ação de apagamento de um mapa mapa do território do Brasil que apresenta atividades de extração predominantes em cada região do país. A lenta desaparição do mapa remete a outros apagamentos, como uma espécie de simulação do projeto em curso de destruição sistemática da natureza. O apagamento do mapa faz referência a um gesto da própria ação extrativista, tomada de fúria e esforço físico, e que culmina em um desflorestamento desenfreado e crescente. Inclusive a própria borracha que apaga o mapa é parte da história do extrativismo no Brasil: a extração do látex na Amazônia.

Brasil. Extrativismo

2022
Registro de ação
Fotografia
62 × 60cm

 

Gravidade na linha do Equador

2015
Desenhos recortados
em madeira e pintados
1000 × 150 cm
[dimensões variáveis]

Gravidade na linha do Equador

2015
Desenhos recortados
em madeira e pintados
1000 × 150 cm
[dimensões variáveis]

E se o mundo fosse representado com apenas um hemisfério, como a nossa compreensão geopolítica do mundo poderia ser afetada? Em Gravidade na Linha do Equador desaparecem as grades ortogonais que coordenam a representação geográfica da Terra, estabelecendo um outro sistema, outra gravidade, outro corpo para os territórios. Não são mais relevantes as fronteiras, os nomes dos continentes ou países, nem os mares ou oceanos.

Ao sul [Abaixo da linha do Equador]

2015
Instalação com mapas
50 × 200 cm
[dimensões variáveis]

Ao sul [Abaixo da linha do Equador]

2015
Instalação com mapas
50 × 200 cm
[dimensões variáveis]

Reflexo Distante

2013
Impressão em papel matte adesivada sobre PS;
pintura eletrostática sobre placa de ferro
230 × 100 cm
200 × 100 cm

Reflexo Distante

2013
Impressão em papel matte adesivada sobre PS;
pintura eletrostática sobre placa de ferro
230 × 100 cm
200 × 100 cm

Reflexo Distante

2013
Impressão em papel matte adesivada sobre PS;
pintura eletrostática sobre placa de ferro
230 × 100 cm
200 × 100 cm

Oblivion

2010
Acrílica sobre cartão postal
[dimensões variáveis]

Oblivion

2010
Acríli sobre cartão postal
[dimensões variáveis]

Oblivion

2010
Acrílica sobre cartão postal
[dimensões variáveis]

Sem Título [Letras na parede]

2009
Acrílico
15 × 15 × 1 cm
[dimensões variáveis]

Sem Título [Letras na parede]

2009
Acrílico
15 × 15 × 1 cm
[dimensões variáveis]

Sem Título [Letras na parede]

2009
Acrílico
15 × 15 × 1 cm
[dimensões variáveis]

Lições de Escultura: Brancusi no ar

2002|2010
Livro de artista
10 × 15 cm